Expansão de nossos limites...
“A forma que fazemos música
é a forma com que nos relacionamos
com o silêncio.”
“A forma que vivemos
é a forma com que nos relacionamos
com a morte.”
Arvo Pärt
é a forma com que nos relacionamos
com o silêncio.”
“A forma que vivemos
é a forma com que nos relacionamos
com a morte.”
Arvo Pärt
Esse texto, que hoje posto aqui, na verdade é algo como um koan, que são pequenos poemas-enigmas japoneses cujo o objetivo é um convite a reflexão meditativa.Talvez vocês achem meio "amalucado", talvez não faça algum sentido senão para cada disposição em lê-lo.
Vou arriscar...
I
Ansiedade, medo, perdição...
Primeiro, o desejo da unidade em si mesmo.
Depois no corpo. Tato dos sentidos, a descoberta do mundo.
Existo, tudo mais existe!
Desejo de relação, um salto, e uma queda.
Vertigem do eterno abismo em um vôo maravilhoso.
Expansão de nossos limites. Nos perdemos, nos achamos.
O que somos?
Somos nada e tudo... Somos.
Onde começamos, e terminamos?
Silêncio e música; vida e morte.
Completude, alegria, comunhão...
DANIEL MARTINS
Daniel, é violonista do Änïmä,
voluntário do Instituto Anima
formado em Geologia pela USP,
e trabalha como Geólogo da Petrobrás.


2 Comentários:
Fala, Dan!
Não ficou amalucado não!
Quem sabe não nos inspira uma música?... ou entra no roteiro de alguma apresentação nossa?
Faça outros, ok?
Esse "I" significa uma coletânea de textos "amalucados"? Pois bem, saiba que está agradando e servindo para o fim a que se destina. Segue um outro koan, este para apontar nossa parte de solidão, mesmo que a nossa felicidade não esteja nela... "Batendo duas mãos uma na outra temos um som; qual é o som de uma mão?"
Abraço Forte :)
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